ESTREIA DA COLUNA “Ciência ponto Consciência”

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Ildefonso de Sambaíba- Foto de Leninha Caldas
Hoje, estreia a Coluna “Ciência ponto Consciência“,  de nosso sindicalizado Ildefonso de Sambaíba, matricula 112.

O colunista abordará assuntos ligados a Ciência, ética, valores humanos, literatura, cultura, meio ambiente, artes, ou algo que se assemelhe com esses assuntos. A periodicidade será mensal.

Ildefonso de Sambaíba é maranhense de Grajaú, reside em Brasília desde  1973 – jornalista (DRT/DF-3633); funcionário público; poeta, autor de Vida de Vidro,Buquê de Urtigas, Quem matou as Gazelas? e Samjahlia: versos in versos. E-mail- ildefonso.sambaiba@brturbo.com.br

 

Ano novo, florada nova

Vivemos a primeira grande temporada anual do amarelo em Brasília. A segunda se dará entre agosto e setembro, com a floração dos ipês. A de agora está a cargo dos cambuís. Os fotógrafos de todo dia parecem pouco empolgados com o momento. Em setembro último chegavam a montar verdadeiros estúdios a céu aberto, para retratar a paisagem. Agora, não se vê um cliquezinho, sequer.

Em frente a minha janela há um cambuí se desmanchando em flores. Cada um dos seus galhinhos sacoleja vigoroso buquê, sortido de pétalas e botões. Postei foto da árvore embrulhada de ramos na rede social. Ela recebeu abreviados “que-lindos” e “que-belos”. Diferentemente das fotos dos ipês, sempre aclamadas e declamadas.

Alô, paparazzi plantonistas: Que tal entrarem em ação? Tratamento igual ao dado aos ipês merecem os cambuís. Estes também estão embelezando nossa cidade, em pleno despontar de 2016. Vêm atraindo até os mais distraídos olhares, especialmente, agora que as avenidas parecem menos sufocadas, graças ao período ferial. Inclusive daqueles ali da Esplanada.

Ano novo, livro novo

Após onze anos sem publicar obra individual, começo o ano com um novo livro nas gôndolas. Poesia, claro! Os anteriores foram, ou melhor, são: Florescência, Vida de Vidro, Quem Matou as Gazelas? e Buquê de Urtigas, sem contar a participação em várias obras coletivas. O novo livro se intitula “Samjhalia: versos in versos”. Editado graças a uma parceria com a Editora Kiron, de Taguatinga (DF), está distribuído, até agora, em cinco redes de livrarias, inclusive na livraria Cultura, podendo ser adquirido via internet.

“Samjahlia: versos in versos” consta de 98 poemas. São composições curtas, em grande maioria, o que favorece a leituras rápidas, não obstante aquelas mais atentas. O livro está dividido em cinco partes – quamer, à derme, à carne, ao cerne e decacer – de acordo com a semelhança temática dos poemas. Os comentadores de orelha são o ator e diretor de teatro Humberto Pedrancini, a artista plástica Gisel Carriconde e o professor de Filosofia da Universidade de Brasília (UnB) Hilan Bensusan.

Samjahlia é um exercício de compor fonemas. Dentro dos poemas e dentro dos segredos, eles ficam prontos para serem sussurrados em voz alta, diz Bensusan, em seu comentário. Eu? Concordo, claro.

Ano novo, tabela nova

Agitação no universo da Química. A tabela periódica, aquela que continua causando calafrios nos vestibulandos e assemelhados, acaba de receber mais quatro elementos. A União Internacional de Química Pura e Aplicada, responsável pela confirmação da descoberta científica, diz ser provisório tanto o nome dado aos novatos como a respectiva posição de cada um na tabela. Decerto, aqui estão eles: unúntrio (Uut, ou elemento 113), unumpêntio (Uup, ou elemento 115), ununséptio (Uus, ou elemento 117) e ununóctio (Uuo, ou elemento 118).

Reflexo imediato da novidade: livros didáticos do mundo inteiro estão desatualizados neste momento. No âmbito do Brasil, o Ministério da Educação (MEC) que já vem quebrando cabeças com suas edições, em função do acordo ortográfico da língua portuguesa, em vigor desde primeiro de janeiro – ora, pois, pois – tem mais esse adendo para com os livros de ciência. Parodiando o velho ditado, são os ócios dos ofícios.

Et-cétera e tal

Dia desses, um jornal do Distrito Federal deu página inteira de sugestões de livros para leitura durante as férias. Nenhum título de autor deste quadrilátero que nos cerca. + + + Flui espontaneidade nos encontros abertos, promovidos pelo Celeiro da Literatura Brasiliense (Ronaldo Mousinho), todo domingo, no quiosque Poet’ando, na feira da torre. Saraus, lançamento de livros e bate-papo, hiper-super-agradáveis! + + + “Senhor, fazei de mim instrumento da vossa paz.”

 

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