Manifesto contra o desmonte em curso da área do livro, da leitura e bibliotecas, e consequentemente, do possível fechamento/desvirtuamento da Biblioteca Nacional de Brasília com o uso de espaço (já em curso) para receber espaços administrativos do DF. Tudo, de certa forma, evidenciado ainda mais com a exoneração da diretora da Biblioteca Nacional e do  Subsecretário do Patrimônio Cultural (SUPAC) da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa do DF (SECEC)

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Manifesto contra o desmonte em curso da área do livro, da leitura e bibliotecas, e consequentemente, do possível fechamento/desvirtuamento da Biblioteca Nacional de Brasília com o uso de espaço (já em curso) para receber espaços administrativos do DF. Tudo, de certa forma, evidenciado ainda mais com a exoneração da diretora da Biblioteca Nacional e do  Subsecretário do Patrimônio Cultural (SUPAC) da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa do DF (SECEC)

 

Qual a importância do livro, da leitura e das bibliotecas em nossas vidas? E para o Distrito Federal, que deveria (pelo menos em tese) servir de modelo às outras unidades da federação? Num momento crítico em que proliferam os analfabetos funcionais (os que não consegue decodificar o que leem) e, ainda, no qual somos submetidos diariamente a um enxame de versões dos fatos causadas pelas ditas “fake news”, que levam a terríveis consequências, como por exemplo, os baixos índices de vacinação no país e no DF, temos visto com crescente temor o desmonte em curso da área do livro, da leitura e bibliotecas, e consequentemente, do possível fechamento/desvirtuamento da Biblioteca Nacional de Brasília com o uso de espaço (já em curso) para receber espaços administrativos do DF.

 

Temos tentado, sem êxito,  obter respostas de Adão Cândido, que está Secretário de Estado de Cultura do Distrito Federal (cargo de confiança). Com a exoneração publicada no Diário Oficial do Distrito Federal, na sexta-feira passada (08/11), do então Subsecretário do Patrimônio Cultural, Cristian Brayner, e da então diretora da Biblioteca Nacional de Brasília, Marmenha do Rosário, algumas possíveis respostas podem ter começado a vir à tona.

 

O Governo do Distrito Federal (GDF) deu as costas à área do Livro, da Leitura e Bibliotecas. Esse abandono vem sendo feito governo após governo e, no atual, achou alguém aparentemente contrário à área. Pelo menos é que nos levam a crer a ações tomadas e não tomadas até aqui (falo em prioridades) pelo atual ocupante da pasta.

 

Há um dizer jornalístico que postula: uma série de coincidências começa a virar evidência…

 

Vamos aos fatos e a necessárias perguntas (perguntar ofende?):

12-11- Manifesto contra o desmonte da área do livro

Sindescritores e Secretaria de Cultura firmam parceria para Projeto de Ocupação da Biblioteca Nacional de Brasília

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Sindescritores e Secretaria de Cultura firmam parceria para Projeto de Ocupação da Biblioteca Nacional de Brasília

O Sindicato dos Escritores do Distrito Federal (Sindescritores) e a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (SECEC) do Distrito Federal firmaram, em 27 de outubro, parceria para o Projeto de Ocupação da Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) intitulado Calendário de Eventos Literários (CALEL).  A programação de eventos literários, sem custos ao serviço público, será iniciada neste sábado (09/11) e seguirá até outubro de 2020. O CALEL será sempre realizado no primeiro sábado de cada mês, das 10h ao meio dia.  Para acessar a Programação completa: (CALEL- Sindescritores-Secec-Bnb )

 

O primeiro evento intitulado “Histórias na Biblioteca- Halloween”, e contará com duas atividades, sendo uma para o público infantil e outra para o público adolescente e adulto.

O presidente do Sindescritores, Marcos Linhares, destacou que este “é um momento novo às relações do Sindicato com a SECEC. Agradecemos à secretaria, em especial, ao secretário Adão Cândido, ao Subsecretário do Patrimônio Cultural, Cristian Brayner e à diretora da Biblioteca Nacional, Marmenha Rosário, pelo apoio à nossa proposta. Esperamos poder aproximar a literatura da  população quanto de nossos gestores da cultura. Além disso, às vésperas dos 60 anos de nossa amada Brasília, ofertamos esse presente não só a nossa comunidade mas também aos turistas que estiverem na cidade no primeiro sábado de cada mês”, diz o escritor.

 

Infantil – Para este sábado, o autor Nando Alves contará a sugestiva história ‘Tem um monstro batendo à minha porta”. Já o escritor Pedro Ivo falará sobre “Os bichos do Cerrado”.  Será um momento divertido com direito a muitas selfies, autógrafos e bate-papo com os autores.

Jovens e Adultos – Para atender a todos os públicos, o Auditório da BNB receberá o Encontro de Escritores de Suspense, Mistério e Terror do DF.  Os autores presentes falarão sobre esse gênero e lerão minicontos desse tipo.

Programação variada do CALEL – Os encontros terão contação de histórias, seminário sobre a história da literatura do DF, debate sobre poesia, simpósio sobre as perspectivas da literatura do DF para 2020, palestra sobre direitos autorais, eventos sobre a relação meio ambiente/literatura e literatura/pessoas com deficiência, além de um sarau poético. “A programação está bem rica e foi pensada para contribuir com as políticas do livro, da leitura e bibliotecas por meio de atividades que envolvam a formação de público de leitor”, finalizou o presidente do Sindescritores.

Vale ressaltar que todos esses eventos são de graça. A programação está divulgada no site http://www.sindescritores.com

 
Informações: (61) 99905-5905

Reunião de recriação do Fórum do Livro e da Leitura do DF

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Comunicado Geral

Assunto: Convite para a reunião de recriação do Fórum do Livro e da Leitura do DF

O Sindicato dos Escritores do Distrito Federal – SINDESCRITORES, entidade sem fins lucrativos, CNPJ: 01.619.154/0001-29, entidade sindical do 12º grau representativa da correspondente categoria profissional liberal compreendida no 132º grupo do plano da Confederação Nacional das Profissões Liberais, na base territorial do Distrito Federal, com sede em Brasília, tendo 06 de fevereiro de 1979como data oficial de fundação, em seus 40 anos de fundação, vem mui respeitosamente convidá-lo à reunião de recriação do Fórum do Livro e da Leitura do DF, a ser realizada neste sábado (19/10), às 10h, na sede do Sindicato (Praça da Alimentação do Shopping Liberty Mall- Cyber Office).

Para lhe contextualizar, de 10 a 11 de agosto de 2011, foi realizado com pompa e circunstância, na Biblioteca Nacional de Brasília, o Fórum + Livro + Leitura. Na ocasião, foi lançado um documento que estabelecia os rumos para “a formação de uma sociedade leitora: o Plano do Distrito Federal do Livro e da Leitura -PDLL.” (Em anexo)

Segundo foi divulgado por vários veículos naquela época, dentre eles, o Jornal de Brasília, a iniciativa foi das secretarias de Cultura e de Educação do Distrito Federal e dos ministérios da Cultura e de Educação.  Na abertura, ministros da Cultura, da Educação, o secretário de Cultura e a secretária de Educação do Distrito Federal.

As propostas eram: As políticas públicas destinadas à criação de novas bibliotecas e a melhoria do acesso ao livro estavam entre os temas do Fórum, que reuniu também parlamentares, secretários, administradores regionais, acadêmicos, escritores, bibliotecários, educadores e interessados pela leitura.

Para melhorar os números referentes ao acesso ao livro e à leitura, o governo propôs que pretendia apostar na capacitação de educadores, bibliotecários e no estímulo com prêmios de incentivo à leitura, bem como no fortalecimento de uma rede local que tornasse acessível o consumo e a produção de livros.

Dentre as ações definidas e previstas no Plano para 2011 estavam a revitalização da Biblioteca Nacional de Brasília e o fortalecimento do Programa Mala do Livro, além do planejamento de encontros como a II Bienal Internacional de Poesia de Brasília – BIP (vergonhosamente cancelada pelo governo) e o I Encontro Internacional de Contadores de Histórias de Brasília (até aonde apuramos também não-realizada).

Segundo o PDLL, (…) “ainda com o propósito de consolidar as políticas culturais para o livro e a leitura foi criada, no âmbito da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, no início de 2011, a Coordenadoria de Políticas do Livro e da Leitura. No período, houve a construção da primeira versão do Plano do Distrito Federal do Livro e da Leitura – PDLL – tendo como subsídio para sua composição o Plano Nacional do Livro e da Leitura – PNLL – e as diretrizes propostas pela III Conferência de Cultura do Distrito Federal (…)”.

Esclarecemos: A Coordenadoria de Políticas do Livro e da Leitura não existe mais. E o Plano Nacional do Livro e da Leitura – PNLL está sendo reescrito (não se sabe ainda por quem…). Segundo extrato de notícia recente do site da Secretaria Especial de Cultura, do governo federal (antigo MinC): “Segundo a diretora do DLLLB, Ana Cristina Araruna Melo, o evento foi uma oportunidade para se refletir sobre a construção do novo Plano Nacional do Livro e Leitura, junto ao Ministério da Educação (MEC). ‘A participação brasileira fortalece o trabalho em rede, com base nesse intercâmbio de informações, experiências e conhecimento entre todos esses países. No caso do Brasil, dá ferramentas e referências para que possamos elaborar do novo plano’, disse Ana Cristina”.

Dando sequência, ainda do PDLL, extrai-se que: “A partir de setembro de 2011, foi criada na estrutura da Secretaria de Estado de Cultura do DF a Subsecretaria de Políticas do Livro e da Leitura, composta pela Diretoria da Biblioteca Nacional de Brasília e a Diretoria de Políticas do Livro e da Leitura, ambas fundamentais para a consolidação das propostas construídas.”

Esclarecemos: A Subsecretaria de Políticas do Livro e da Leitura não existe mais, assim como a  Diretoria de Políticas do Livro e da Leitura também não …

Finalizando com as informações extraídas do PDLL: “Atualmente, instala-se, sob a coordenação da Subsecretaria de Políticas do Livro e da Leitura, um grupo de trabalho – GT – que envolve a participação da Secretaria de Cultura, Secretaria de Educação, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e da sociedade civil organizada, composta pelos seguintes representantes: Câmara do Livro; Conselho e Associação de Bibliotecários; escritores, editores e mediadores de leitura; Universidade de Brasília; Fórum do Livro e da Leitura do DF; Câmara Legislativa; e delegados da III Conferência de Cultura; todos esses atores da cadeia produtiva, criativa e mediadora do livro e da leitura no DF. O principal objetivo desse grupo de trabalho é formular, implantar e consolidar o PDLL, dando a ele a dimensão de uma Política de Estado que visa transformar Brasília na Capital da Leitura. Para isso, pretende-se prever programas, projetos e ações continuadas que contribuam para a formação de uma sociedade leitora com condição de 7 promover a inclusão social dos cidadãos, no que diz respeito a bens, serviços, educação e cultura.”.

Esclarecemos: O GT não existe mais. As Secretarias de Educação e a de Ciência e Tecnologia estão alheias ao tema.  Apenas o Fórum do Livro e da Leitura do DF poderá voltar a funcionar se nos reunirmos e dermos vez e voz a ele.

Quando foi criado, o Fórum foi assim definido:

“Fórum do Livro e da Leitura do DF

Foi instituído em reunião convocada pela sociedade civil organizada e em parceria com a Secretaria de Cultura, realizada no dia 16 de agosto de 2012, na Biblioteca Nacional. Esse Fórum tem como objetivo agregar os agentes culturais e as pessoas que atuam na área do livro, da leitura, da literatura, das bibliotecas: escritores, produtores, mediadores e agentes em prol do livro e do fomento à leitura. ‘Esse Fórum será um agregador para a área e terá por intuito ser um articulador e interlocutor da proposição e recepção das políticas culturais da Secretaria de Cultura do Distrito Federal’, como disse o Gerente do Sistema de Bibliotecas do GDF, Wander Filho. Esse movimento busca se organizar horizontalmente e democraticamente em busca de um sonho, de construir uma cidade de leitores e escritores, cidadãos críticos, autônomos e participativos. Buscar o sonho de contribuir para a construção de uma cidade melhor, mais justa e bela. Para que possa mudar o Brasil constatado por Lima Barreto “O Brasil não tem povo! Tem público” é preciso primeiro ter leitores! “

 

O Sindescritores tem cobrado formalmente nos últimos anos (por meio de ofícios e reuniões) a reabertura do escritório de direitos autorais (conseguimos, voltou a funcionar), a reabertura da Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (prevista agora para março de 2020), e uma mais ampla discussão quanto ao apoio aos eventos literários e aos autores regionais.

No âmbito do DF, temos pedido explicações quanto ao PDLL e à regulamentação da literatura brasiliense nas escolas.

Pelas razões acima elencadas, resolvemos reunir formalmente as instituições representativas do livro, leitura e bibliotecas e encabeçar a recriação do o Fórum do Livro e da Leitura do DF.

Dessa forma, estaremos coletivamente mais fortes para poder reivindicar a retomada do PDLL, de suas estruturas, do GT, da criação do Instituto Distrital do Livro previsto na LOC e do planejamento para os próximos dez anos.

Por isso, contamos com a sua presença e consequente adesão a esse momento vital para o presente e futuro da, hoje, quase inexistente política do livro, leitura e bibliotecas do DF.

Aproveitamos e desejamos ainda mais realizações nas atividades de sua instituição.

 

 

Respeitosamente.

 

Marcos Linhares

Presidente do SINDESCRITORES-DF

Sindescritores protocoliza proposta de Calendário de eventos à Biblioteca Nacional de Brasília

Calendário de eventos

Comunicado Geral 14/2019

Visando fortalecer as relações dos leitores do DF com seus autores e com as bibliotecas,  o Sindescritores, por meio do presidente e o diretor jurídico da entidade, Marcos Linhares e Judivan J. Vieira,  protocolizou e apresentou um CALENDÁRIO DE EVENTOS para a Biblioteca Nacional de Brasília (BNB), ao subsecretário do Patrimônio Cultural (Supac), Cristian Brayner, na tarde da segunda-feira (26/08).

O Calendário que ora se oferece poderá ser executado à partir de ACT – Acordo de Cooperação Técnica, nos termos da Lei nº 8.666/93 e, caso seja aceito, o  SINDESCRITORES-DF poderá receber da Secretaria de Cultura a minuta de ACT para exame ou elaborá-la e encaminhar para exame do órgão de assessoramento jurídico daquele órgão.

Estamos a trabalhar.

Calendário de eventos

 

Bem-sucedido o Sarau/ Lítero/Musical do Sindescritores na Embaixada da Bolívia

Comunicado Geral 13/2019

Na noite da segunda-feira (26/08), o Sindescritores realizou o marcante Sarau/ Lítero/Musical do Sindescritores na Embaixada da Bolívia.

A diretora de eventos, Meireluce Fernandes, foi a responsável por todas as tratativas que resultaram nesse evento exitoso,  que recebeu poetas, escritores e autoridades (embaixador de Cuba, embaixadora da Nicarágua, entre outros), além de jornalistas.

“Após a solenidade, durante o coquetel, o embaixador da Bolívia, José Kinn Franco, e a embaixatriz, Gilda Franco, relataram-me: ‘Estamos muito felizes, o público que veio ao sarau foi maravilhoso. O Sindescritores está de parabéns!”, revelou o vice-presidente da entidade, Gilbson Alencar.

Escritoras sindicalizados como Basilina Pereira e Kori Bolívia declamaram belos poemas. Meireluce Fernandes entregou uma homenagem à embaixatriz da Bolívia,  Gilda Franco. Além de tudo, o coral Alegria e o grupo de danças típicas bolivianas, trouxeram ainda mais alegria àquela noite festiva em que a literatura deu o tom.

Sindescritores protocoliza e entrega duas propostas para a expressão “Literatura Brasiliense”

Marcos Linhares, Cristian Brayner e Judivan J. Vieira.

Comunicado Geral 12/2019

Visando contribuir formalmente e,quiças, definitivamente com a regulamentação do segundo parágrafo o Art. 235 da Lei Orgânica do DF que prevê que “o Poder Público deve incluir a literatura brasiliense no currículo das instituições públicas, com vistas a incentivar e difundir as formas de produção artístico-literária locais”, na tarde da segunda-feira (26/08), o presidente e o diretor jurídico do Sindicato dos Escritores do DF (Sindescritores), Marcos Linhares e Judivan J. Vieira,  estiveram na Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do DF e,  além de protocolizar, entregaram ao subsecretário do Patrimônio Cultural (Supac), Cristian Brayner, duas propostas, uma jurídica e uma literária, feitas por dois doutores em suas respectivas áreas, acerca da definição da expressão “literatura brasiliense”.

Tal assunto merecia uma contribuição, e por causa disso, o Sindescritores resolveu colaborar formalmente com o assunto, e para tanto, dois de seus diretores – o Dr. Judivan Juvenal Vieira, Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais na Universidad Del Museu Social Argentino, Buenos Aires-AR, em 2012 e Pós-Doutor em Tradição Civilística e Direito Comparado pela Universidade de Roma Tor Vergata, e o Dr. Augusto Rodrigues da Silva Júnior, que é PhD em Literatura pela Universidade do Minho (Portugal)- assumiram, segundo eles, a via da territorialidade como o caminho mais seguro jurídica e literariamente para ser seguido.

“Desta forma, acreditamos contribuir de maneira histórica e inédita às políticas públicas do livro, leitura e bibliotecas do DF, por podermos auxiliar na regulamentação do segundo parágrafo do Artigo 235 da Lei Orgânica do DF”, disse o presidente do Sindicato, Marcos Linhares.

Cristian Brayner elogiou a iniciativa da entidade – que este ano completou 40 anos de fundação – e afirmou que “a secretaria o usará como uma base importante para estudos e ações na área literária do DF”, pontuou o subsecretário.

“As duas propostas também serão protocoladas e entregues na Câmara Legislativa, no Gabinete do governador de Brasília, no gabinete do secretário de Educação, assim também chegarão às mãos dos meios de comunicação, dos presidentes do Sinpro-DF, Sinepe-DF, Sinproep-DF e de outras entidades representativas da literatura do DF”, finalizou Linhares.

 

 

 

Sindicalizada, radicada na França, Adriana Kortlandt lança nesta quarta (19/06),”O refúgio das Borboletas”

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“O refúgio das borboletas” traz reflexões necessárias

Na quarta (19/06),  a autora sindicalizada Adriana Kortlandt lança seu quinto livro convidando leitoras e leitores a uma reflexão sobre temas que nos tocam e nos chocam

Crônicas e artigos de opinião compõem as páginas de ” O refúgio das borboletas- Reflexões para Transformações” (Tagore Editora), quinto livro de Adriana Kortlandt que será lançado nesta quarta(19/06), a partir das 18h30, no Carpe Diem Restaurante (104 Sul).

A obra –  Há anos, Adriana Kortlandt publica crônicas e artigos de opinião em vários jornais do Brasil sobre assuntos variados, cujo intuito é convidar leitoras e leitores a uma reflexão sobre temas que nos tocam e nos chocam, que nos inspiram e nos movem a construção de uma vida melhor.  O viés de seu pensamento é o de uma psicóloga que encontra, a partir do mergulho no psiquismo humano, um baú de tesouros a serem descobertos, compreendidos e utilizados na ânsia das verdadeiras e mais profundas transformações do ser humano.

“Este livro apresenta uma delicada coletânea dentre essas publicações, pois a vida precisa de reflexões que levem a transformações” , diz Adriana Kortlandt.

novo menor Adriana 3A autora-  Radicada na França, Adriana Kortlandt é carioca de nascimento e brasiliense de coração já que nasceu no Rio de Janeiro em 1963 e, em 1970, chegou em Brasília e descobriu tesouros que marcaram a infância e até hoje são Importantes: céu estrelado, espaço e silêncio. Estudou alguns semestres de antropologia e se formou em psicologia. Anota sonhos há mais de três décadas, prática que a levou a imaginar histórias, escrever contos, memórias, crônicas e artigos. Já publicou: Almagesto – Contos anímicos; Fios da memória – Um guia para escrever de si; A casa da vida – baseado em uma história real (agraciado com o prêmio de melhor livro de não ficção no “International Latino Book Award”, EUA) e Sou confiável? Reflexões sobre a autocorrupção”.

SERVIÇO:

Adriana Kortlandt lança seu quinto livro, “O refúgio das borboletas- Reflexões para Transformações”

Data – Quarta, 19 de junho

Horário -Das 18h30 às 21h

Local –  Carpe Diem Restaurante – 104 s