Comunicado Geral 61/2016- Lançamento novo livro de Cristiane Sobral, quinta (08/12), no Ernesto Cafés Especiais (115 Sul), a partir das 19h30

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Brasília, 6 de dezembro de 2016
 
Comunicado Geral 61/2016 
 
Assunto: Lançamento novo livro de Cristiane Sobral,  quinta (08/12), no  Ernesto Cafés Especiais (115 Sul), a partir das 19h30
 
Depois de Ouro Preto-MG, Londrina-PR, Rio de Janeiro (CCBB), Santo Antônio de Jesus, Bahia e do Espaço Cultural Ubuntu no Recanto das Emas (DF,) chegou a hora do lançamento do livro de nossa sindicalizada Cristiane Sobral  (matrícula 92), na quinta (08/12), no  Ernesto Cafés Especiais (115 Sul), a partir das 19h30. Ela autografará seu novo livro de contos  “O tapete voador” (Editora Malê).
A noite contará com a participação musical de Marcelo Café, com composições de sua autoria inclusive “Preto empoderado”, com letra de Cristiane Sobral, performances poéticas de textos dela interpretados por artistas da cidade como Seira Beira, Marcos Fabrício, Marcelo Prateano, Ricardo Costa, Elen Soares e microfone aberto para o público. 
transferir  O livro 
O tapete voador, contos ( ed. Malê, 2016) é uma coletânea com 18 contos em que a escritora Cristiane Sobral aborda temas que a sociedade brasileira atual se vê desafiada a enfrentar, como empoderamento negro, discriminação racial, objetificação e colorismo. O livro apresenta em narrativas curtas, escritas em uma linguagem comunicativa e dinâmica, diversas personagens femininas e alguns personagens masculinos que lutam por superar as barreiras sociais para alcançar seus objetivos. Nesta obra, a escrita de Cristiane Sobral é permeada pela cultura negra em suas diversas matizes e demonstra que a escritora alcançou a maturidade estilística no fazer ficcional, resultando em textos em que sensibilidade e contundência substanciam a força que move os sonhos, transforma histórias e justifica uma literatura urgente, por dar voz e impulsionar para o voo as tramas e falas repletas de sentido, que neste livro se apresentam. Cabe destacar também a proposta editorial da editora carioca “Malê”, fundada no início deste ano com o propósito de promover a obra literária de autores negros.
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MARCOS LINHARES
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Ninguém perde ninguém – coluna @forismos

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Por Julios d´Gales  (multiartista, promotor de experiências sinestésicas e luriartísticas elevando o gênero literário aforismo ao posto que lhe pertence; a síntese de todo o conhecimento humano demonstrado através das artes. É o responsável pelo perfilfacebook.com/juliosdgales)

Malhando – COLUNA CATARSES CRÔNICAS

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*Vânia Gomes

Depois que minha editora se mudou para os States vive nos informando sobre como tudo funciona (e bem) por lá. Bom pra ela, porque por aqui tudo continua disfuncional e, claro, quem paga a conta (e passa raiva) somos nós, consumidores. Eu poderia dar diversos exemplos, mas hoje quero “malhar” as famigeradas operadoras de TV por assinatura.

Há cerca de quatro anos, decidimos nos livrar dessa modalidade de entretenimento em casa: assistíamos pouco à TV, e os programas, especialmente os filmes, repetidos, já estavam nos irritando. Sem falar que quando chovia a TV não funcionava. Foi uma luta para cancelar, mas conseguimos, e a tal operadora ficou de vir buscar o aparelhinho transmissor. Não veio.

Após quase três anos, recebemos uma “Notificação Extrajudicial”, em juridiquês (para assustar), mas com um final bem claro: se não restituíssemos o aparelhinho, teríamos que pagar R$ 1.537,15. Era esse o valor do aparatozinho completamente obsoleto. Mas para o azar da tal operadora, não havíamos descartado a “engenhoca”. Ela estava lá, prontinha para ser devolvida, bastava ligar para o número indicado na tal notificação e marcar o dia que eles enviariam alguém.

Assim fizemos. E ninguém apareceu. Ligamos novamente, e fomos enfáticos ao solicitar o número de protocolo e o nome da atendente. Não demoraram dois dias para aparecer, e, claro, devolvemos mediante recibo. Tudo certo pra nós, mas não creio que fomos os únicos a receber a tal notificação. Dos que receberam, quantos ainda teriam o obsoleto aparelhinho depois de tanto tempo nessa vida corrida de hoje em dia? Por que a operadora não vem buscá-lo logo após o cancelamento da assinatura? Tenho cá pra mim que esse é o modus operandi — uma maneira de ganhar dinheiro se aproveitando da boa-fé do consumidor.

Para reforçar minha hipótese, recentemente meu cunhado teve um problema chatíssimo com outra operadora de TV por assinatura. Ele havia pedido cancelamento de um dos pontos de sua casa e a suspensão do serviço no período em que estaria viajando. Pois não é que a conta veio in-tei-ri-nha? O coitado perdeu mais de uma hora de seu dia para rearrumar as contas e, pasmem, não conseguiu. Ao finalizar a ligação, ele disse ao atendente: “Não precisa dizer que a XXX agradece sua ligação e outras babaquices, porque estou muito perto de cancelar tudo”. Lavou a alma de todo mundo em casa!

Ocorre que a operadora tinha uma metodologia: somente após ouvir a gravação do pedido feito há mais de 15 dias, o que levou 48 horas, é que meu cunhado foi contatado para solucionar a questão.

É incrível como nunca conseguimos fazer nada que envolva operadoras de TV por assinatura ou de telefone com rapidez e tranquilidade. Não acredito em incompetência, penso ser uma ação deliberada para conseguir mais dinheiro, já que prejuízo elas nunca têm. Será que essas operadoras são assim nos outros países? Duvido. A verdade é que não existe nada favorável e fácil ao consumidor no Brasil, a não ser a contratação do serviço. Os contratos, aliás, são sempre repletos de letras miúdas, notas de rodapé e haja paciência (e vista) para ler. Qualquer pequena mudança no contrato é dor de cabeça na certa. Para completar, a agência reguladora é ineficiente (ou conivente, vai saber?) e nosso rico dinheirinho acaba nas contas das corporations ou em algum propinoduto qualquer — do jeito que a coisa anda, não descarto essa possibilidade.

Às vezes dá até pena do pobre do atendente que, na prática, não passa de um moleque de recados, deve ganhar muito mal para intermediar as “negociações” dos consumidores com a empresa. É ele quem paga o pato em primeira instância, afinal, naquele momento “representa” a operadora. Aliás, atendentes e operadores de telemarketing são outro tema que merecem uma boa malhada, mas fica para outra ocasião.

Por ora, vale lembrar que com o advento das smart TVs e outros recursos, a TV por assinatura está, aos poucos, deixando de ser uma opção. E nossos problemas devem se reduzir “apenas” às operadoras de internet que, coincidentemente, são as mesmas de telefone e TV por assinatura. No frigir dos ovos, passaremos as mesmas raivas, ainda que tenhamos uma coisa a menos para administrar.

Da experiência em minha casa, posso testemunhar que, além da economia, tudo está melhor depois que cancelamos a TV por assinatura. Temos mais tempo para ler, sair, passear, andar no parque, ir mais ao cinema, ver gente de carne e osso, conversar, conviver. São coisas assim que, no meu entendimento, fazem a vida valer a pena!

*Vânia Gomes é mineira de Belo Horizonte e vive em Brasília desde 2001, quando se apaixonou definitivamente pela cidade. Aventura-se na escrita de contos, poemas e crônicas e é autora do livro “Histórias do Vaticano e Outros Contos”. Para conhecer mais sobre a escritora, acessehttp://www.vaniagomes.com.br. E-mail- vania@vaniagomes.com.br

Comunicado Geral/ 21/2015- Assunto: 37 anos + Projeto Memória

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Brasília, 09 de novembro de 2015
Assunto: 37 anos + Projeto Memória
 
Em 06 de fevereiro de 2016, o Sindescritores completará 37 anos. Para marcar a data, pedimos que nossos afiliados mandem e-mails com sugestões do que poderíamos fazer para comemorar a data de maneira criativa, propositiva e útil para os nossos sindicalizados, à literatura, à cidade, aos nossos leitores, enfim.

Exemplos da linha de sugestões (se gostarem das sugestões abaixo, mandem aquela que mais apreciarem ou mande outra diferente que você imaginar):

– Promovermos uma semana de visitas às escolas e bibliotecas (talvez em zona rural) e/ou hospitais mais carentes e esquecidos da cidade levando poesia, livro e literatura;

– Fazermos uma semana de palestras em shopping da cidade;

– Fazermos rodadas de leituras de livros de autores brasilienses para cegos;

– Lançamento de um selo em parceria com os Correios;

-Lançamento de um selo editorial de qualidade, o Sindesecritores Edições. E  como primeira ação, a organização de antologia com capas invertidas levando o nome 37:

  1. 37A Poemas – Capa, projeto gráfico, tudo feito por profissionais. Cada poeta sindicalizado que quiser participar tem que escolher aquele que julgar ser seu melhor poema. Serão 37 poetas.  Serão feitos os devidos orçamentos e rateados os custos.
  2. 37B– Contos e crônicas. mesmo princípio do de poemas. Serão 37 contos/crônicas. Cada autor terá que escolher aquele que julgar ser seu melhor conto ou crônica. Serão feitos os devidos orçamentos e rateados os custos.

As sugestões devem ser mandadas para o e-mail de nossa competente Diretora de Eventos, Meireluce Fernandes (meirelucefernandesdasilva@hotmail.com). Ela será a responsável pelo nosso aniversário.

Memória

O nosso Diretor de Mídias Sociais,  Arisson Tavares, assumiu a responsabilidade de, até o nosso aniversário, preparar o conteúdo para nosso site do Projeto Memória, que consiste em resgatar um pouco da história de nossos fundadores e ex-presidentes. Enquanto isso, já colocamos hoje um primeiro material provisório em nosso site. Acessem: https://sindescritores.wordpress.com/projeto-memoria/

Estamos a trabalhar.

 
                                       Marcos Linhares
                                           Presidente
                    Sindicato dos Escritores do Distrito Federal