Reunião de recriação do Fórum do Livro e da Leitura do DF

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Comunicado Geral 15/2019

Assunto: Convite para a reunião de recriação do Fórum do Livro e da Leitura do DF

O Sindicato dos Escritores do Distrito Federal – SINDESCRITORES, entidade sem fins lucrativos, CNPJ: 01.619.154/0001-29, entidade sindical do 12º grau representativa da correspondente categoria profissional liberal compreendida no 132º grupo do plano da Confederação Nacional das Profissões Liberais, na base territorial do Distrito Federal, com sede em Brasília, tendo 06 de fevereiro de 1979como data oficial de fundação, em seus 40 anos de fundação, vem mui respeitosamente convidá-lo à reunião de recriação do Fórum do Livro e da Leitura do DF, a ser realizada neste sábado (19/10), às 10h, na sede do Sindicato (Praça da Alimentação do Shopping Liberty Mall- Cyber Office).

Para lhe contextualizar, de 10 a 11 de agosto de 2011, foi realizado com pompa e circunstância, na Biblioteca Nacional de Brasília, o Fórum + Livro + Leitura. Na ocasião, foi lançado um documento que estabelecia os rumos para “a formação de uma sociedade leitora: o Plano do Distrito Federal do Livro e da Leitura -PDLL.” (Em anexo)

Segundo foi divulgado por vários veículos naquela época, dentre eles, o Jornal de Brasília, a iniciativa foi das secretarias de Cultura e de Educação do Distrito Federal e dos ministérios da Cultura e de Educação.  Na abertura, ministros da Cultura, da Educação, o secretário de Cultura e a secretária de Educação do Distrito Federal.

As propostas eram: As políticas públicas destinadas à criação de novas bibliotecas e a melhoria do acesso ao livro estavam entre os temas do Fórum, que reuniu também parlamentares, secretários, administradores regionais, acadêmicos, escritores, bibliotecários, educadores e interessados pela leitura.

Para melhorar os números referentes ao acesso ao livro e à leitura, o governo propôs que pretendia apostar na capacitação de educadores, bibliotecários e no estímulo com prêmios de incentivo à leitura, bem como no fortalecimento de uma rede local que tornasse acessível o consumo e a produção de livros.

Dentre as ações definidas e previstas no Plano para 2011 estavam a revitalização da Biblioteca Nacional de Brasília e o fortalecimento do Programa Mala do Livro, além do planejamento de encontros como a II Bienal Internacional de Poesia de Brasília – BIP (vergonhosamente cancelada pelo governo) e o I Encontro Internacional de Contadores de Histórias de Brasília (até aonde apuramos também não-realizada).

Segundo o PDLL, (…) “ainda com o propósito de consolidar as políticas culturais para o livro e a leitura foi criada, no âmbito da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, no início de 2011, a Coordenadoria de Políticas do Livro e da Leitura. No período, houve a construção da primeira versão do Plano do Distrito Federal do Livro e da Leitura – PDLL – tendo como subsídio para sua composição o Plano Nacional do Livro e da Leitura – PNLL – e as diretrizes propostas pela III Conferência de Cultura do Distrito Federal (…)”.

Esclarecemos: A Coordenadoria de Políticas do Livro e da Leitura não existe mais. E o Plano Nacional do Livro e da Leitura – PNLL está sendo reescrito (não se sabe ainda por quem…). Segundo extrato de notícia recente do site da Secretaria Especial de Cultura, do governo federal (antigo MinC): “Segundo a diretora do DLLLB, Ana Cristina Araruna Melo, o evento foi uma oportunidade para se refletir sobre a construção do novo Plano Nacional do Livro e Leitura, junto ao Ministério da Educação (MEC). ‘A participação brasileira fortalece o trabalho em rede, com base nesse intercâmbio de informações, experiências e conhecimento entre todos esses países. No caso do Brasil, dá ferramentas e referências para que possamos elaborar do novo plano’, disse Ana Cristina”.

Dando sequência, ainda do PDLL, extrai-se que: “A partir de setembro de 2011, foi criada na estrutura da Secretaria de Estado de Cultura do DF a Subsecretaria de Políticas do Livro e da Leitura, composta pela Diretoria da Biblioteca Nacional de Brasília e a Diretoria de Políticas do Livro e da Leitura, ambas fundamentais para a consolidação das propostas construídas.”

Esclarecemos: A Subsecretaria de Políticas do Livro e da Leitura não existe mais, assim como a  Diretoria de Políticas do Livro e da Leitura também não …

Finalizando com as informações extraídas do PDLL: “Atualmente, instala-se, sob a coordenação da Subsecretaria de Políticas do Livro e da Leitura, um grupo de trabalho – GT – que envolve a participação da Secretaria de Cultura, Secretaria de Educação, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e da sociedade civil organizada, composta pelos seguintes representantes: Câmara do Livro; Conselho e Associação de Bibliotecários; escritores, editores e mediadores de leitura; Universidade de Brasília; Fórum do Livro e da Leitura do DF; Câmara Legislativa; e delegados da III Conferência de Cultura; todos esses atores da cadeia produtiva, criativa e mediadora do livro e da leitura no DF. O principal objetivo desse grupo de trabalho é formular, implantar e consolidar o PDLL, dando a ele a dimensão de uma Política de Estado que visa transformar Brasília na Capital da Leitura. Para isso, pretende-se prever programas, projetos e ações continuadas que contribuam para a formação de uma sociedade leitora com condição de 7 promover a inclusão social dos cidadãos, no que diz respeito a bens, serviços, educação e cultura.”.

Esclarecemos: O GT não existe mais. As Secretarias de Educação e a de Ciência e Tecnologia estão alheias ao tema.  Apenas o Fórum do Livro e da Leitura do DF poderá voltar a funcionar se nos reunirmos e dermos vez e voz a ele.

Quando foi criado, o Fórum foi assim definido:

“Fórum do Livro e da Leitura do DF

Foi instituído em reunião convocada pela sociedade civil organizada e em parceria com a Secretaria de Cultura, realizada no dia 16 de agosto de 2012, na Biblioteca Nacional. Esse Fórum tem como objetivo agregar os agentes culturais e as pessoas que atuam na área do livro, da leitura, da literatura, das bibliotecas: escritores, produtores, mediadores e agentes em prol do livro e do fomento à leitura. ‘Esse Fórum será um agregador para a área e terá por intuito ser um articulador e interlocutor da proposição e recepção das políticas culturais da Secretaria de Cultura do Distrito Federal’, como disse o Gerente do Sistema de Bibliotecas do GDF, Wander Filho. Esse movimento busca se organizar horizontalmente e democraticamente em busca de um sonho, de construir uma cidade de leitores e escritores, cidadãos críticos, autônomos e participativos. Buscar o sonho de contribuir para a construção de uma cidade melhor, mais justa e bela. Para que possa mudar o Brasil constatado por Lima Barreto “O Brasil não tem povo! Tem público” é preciso primeiro ter leitores! “

 

O Sindescritores tem cobrado formalmente nos últimos anos (por meio de ofícios e reuniões) a reabertura do escritório de direitos autorais (conseguimos, voltou a funcionar), a reabertura da Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (prevista agora para março de 2020), e uma mais ampla discussão quanto ao apoio aos eventos literários e aos autores regionais.

No âmbito do DF, temos pedido explicações quanto ao PDLL e à regulamentação da literatura brasiliense nas escolas.

Pelas razões acima elencadas, resolvemos reunir formalmente as instituições representativas do livro, leitura e bibliotecas e encabeçar a recriação do o Fórum do Livro e da Leitura do DF.

Dessa forma, estaremos coletivamente mais fortes para poder reivindicar a retomada do PDLL, de suas estruturas, do GT, da criação do Instituto Distrital do Livro previsto na LOC e do planejamento para os próximos dez anos.

Por isso, contamos com a sua presença e consequente adesão a esse momento vital para o presente e futuro da, hoje, quase inexistente política do livro, leitura e bibliotecas do DF.

Aproveitamos e desejamos ainda mais realizações nas atividades de sua instituição.

 

 

Respeitosamente.

 

Marcos Linhares

Presidente do SINDESCRITORES-DF

Sindescritores protocoliza proposta de Calendário de eventos à Biblioteca Nacional de Brasília

Calendário de eventos

Comunicado Geral 14/2019

Visando fortalecer as relações dos leitores do DF com seus autores e com as bibliotecas,  o Sindescritores, por meio do presidente e o diretor jurídico da entidade, Marcos Linhares e Judivan J. Vieira,  protocolizou e apresentou um CALENDÁRIO DE EVENTOS para a Biblioteca Nacional de Brasília (BNB), ao subsecretário do Patrimônio Cultural (Supac), Cristian Brayner, na tarde da segunda-feira (26/08).

O Calendário que ora se oferece poderá ser executado à partir de ACT – Acordo de Cooperação Técnica, nos termos da Lei nº 8.666/93 e, caso seja aceito, o  SINDESCRITORES-DF poderá receber da Secretaria de Cultura a minuta de ACT para exame ou elaborá-la e encaminhar para exame do órgão de assessoramento jurídico daquele órgão.

Estamos a trabalhar.

Calendário de eventos

 

Bem-sucedido o Sarau/ Lítero/Musical do Sindescritores na Embaixada da Bolívia

Comunicado Geral 13/2019

Na noite da segunda-feira (26/08), o Sindescritores realizou o marcante Sarau/ Lítero/Musical do Sindescritores na Embaixada da Bolívia.

A diretora de eventos, Meireluce Fernandes, foi a responsável por todas as tratativas que resultaram nesse evento exitoso,  que recebeu poetas, escritores e autoridades (embaixador de Cuba, embaixadora da Nicarágua, entre outros), além de jornalistas.

“Após a solenidade, durante o coquetel, o embaixador da Bolívia, José Kinn Franco, e a embaixatriz, Gilda Franco, relataram-me: ‘Estamos muito felizes, o público que veio ao sarau foi maravilhoso. O Sindescritores está de parabéns!”, revelou o vice-presidente da entidade, Gilbson Alencar.

Escritoras sindicalizados como Basilina Pereira e Kori Bolívia declamaram belos poemas. Meireluce Fernandes entregou uma homenagem à embaixatriz da Bolívia,  Gilda Franco. Além de tudo, o coral Alegria e o grupo de danças típicas bolivianas, trouxeram ainda mais alegria àquela noite festiva em que a literatura deu o tom.

Sindescritores protocoliza e entrega duas propostas para a expressão “Literatura Brasiliense”

Marcos Linhares, Cristian Brayner e Judivan J. Vieira.

Comunicado Geral 12/2019

Visando contribuir formalmente e,quiças, definitivamente com a regulamentação do segundo parágrafo o Art. 235 da Lei Orgânica do DF que prevê que “o Poder Público deve incluir a literatura brasiliense no currículo das instituições públicas, com vistas a incentivar e difundir as formas de produção artístico-literária locais”, na tarde da segunda-feira (26/08), o presidente e o diretor jurídico do Sindicato dos Escritores do DF (Sindescritores), Marcos Linhares e Judivan J. Vieira,  estiveram na Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do DF e,  além de protocolizar, entregaram ao subsecretário do Patrimônio Cultural (Supac), Cristian Brayner, duas propostas, uma jurídica e uma literária, feitas por dois doutores em suas respectivas áreas, acerca da definição da expressão “literatura brasiliense”.

Tal assunto merecia uma contribuição, e por causa disso, o Sindescritores resolveu colaborar formalmente com o assunto, e para tanto, dois de seus diretores – o Dr. Judivan Juvenal Vieira, Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais na Universidad Del Museu Social Argentino, Buenos Aires-AR, em 2012 e Pós-Doutor em Tradição Civilística e Direito Comparado pela Universidade de Roma Tor Vergata, e o Dr. Augusto Rodrigues da Silva Júnior, que é PhD em Literatura pela Universidade do Minho (Portugal)- assumiram, segundo eles, a via da territorialidade como o caminho mais seguro jurídica e literariamente para ser seguido.

“Desta forma, acreditamos contribuir de maneira histórica e inédita às políticas públicas do livro, leitura e bibliotecas do DF, por podermos auxiliar na regulamentação do segundo parágrafo do Artigo 235 da Lei Orgânica do DF”, disse o presidente do Sindicato, Marcos Linhares.

Cristian Brayner elogiou a iniciativa da entidade – que este ano completou 40 anos de fundação – e afirmou que “a secretaria o usará como uma base importante para estudos e ações na área literária do DF”, pontuou o subsecretário.

“As duas propostas também serão protocoladas e entregues na Câmara Legislativa, no Gabinete do governador de Brasília, no gabinete do secretário de Educação, assim também chegarão às mãos dos meios de comunicação, dos presidentes do Sinpro-DF, Sinepe-DF, Sinproep-DF e de outras entidades representativas da literatura do DF”, finalizou Linhares.

 

 

 

Sindicalizada, radicada na França, Adriana Kortlandt lança nesta quarta (19/06),”O refúgio das Borboletas”

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“O refúgio das borboletas” traz reflexões necessárias

Na quarta (19/06),  a autora sindicalizada Adriana Kortlandt lança seu quinto livro convidando leitoras e leitores a uma reflexão sobre temas que nos tocam e nos chocam

Crônicas e artigos de opinião compõem as páginas de ” O refúgio das borboletas- Reflexões para Transformações” (Tagore Editora), quinto livro de Adriana Kortlandt que será lançado nesta quarta(19/06), a partir das 18h30, no Carpe Diem Restaurante (104 Sul).

A obra –  Há anos, Adriana Kortlandt publica crônicas e artigos de opinião em vários jornais do Brasil sobre assuntos variados, cujo intuito é convidar leitoras e leitores a uma reflexão sobre temas que nos tocam e nos chocam, que nos inspiram e nos movem a construção de uma vida melhor.  O viés de seu pensamento é o de uma psicóloga que encontra, a partir do mergulho no psiquismo humano, um baú de tesouros a serem descobertos, compreendidos e utilizados na ânsia das verdadeiras e mais profundas transformações do ser humano.

“Este livro apresenta uma delicada coletânea dentre essas publicações, pois a vida precisa de reflexões que levem a transformações” , diz Adriana Kortlandt.

novo menor Adriana 3A autora-  Radicada na França, Adriana Kortlandt é carioca de nascimento e brasiliense de coração já que nasceu no Rio de Janeiro em 1963 e, em 1970, chegou em Brasília e descobriu tesouros que marcaram a infância e até hoje são Importantes: céu estrelado, espaço e silêncio. Estudou alguns semestres de antropologia e se formou em psicologia. Anota sonhos há mais de três décadas, prática que a levou a imaginar histórias, escrever contos, memórias, crônicas e artigos. Já publicou: Almagesto – Contos anímicos; Fios da memória – Um guia para escrever de si; A casa da vida – baseado em uma história real (agraciado com o prêmio de melhor livro de não ficção no “International Latino Book Award”, EUA) e Sou confiável? Reflexões sobre a autocorrupção”.

SERVIÇO:

Adriana Kortlandt lança seu quinto livro, “O refúgio das borboletas- Reflexões para Transformações”

Data – Quarta, 19 de junho

Horário -Das 18h30 às 21h

Local –  Carpe Diem Restaurante – 104 s

Nesta terça (18/06), será lançado o Clube de Leitura Eneida de Moraes

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Nesta terça-feira, 18 de junho, cinco autores de obras literárias, alguns deles sindicalizados, participarão do lançamento do Clube de Leitura Eneida de Moraes, na Biblioteca Salomão Malina, localizada no Espaço Arildo Dória, no Conic, na área central de Brasília. Na ocasião, também será lançada a Roda de Leitura: as mil faces da literatura. O objetivo dos dois eventos é incentivar ainda mais a prática de leitura e discussões dos temas abordados nas obras. A entrada é gratuita.

Além disso, de acordo com o projeto da biblioteca pública, o clube de leitura também tem como finalidade captar membros e interessados para integrar o grupo e reunir um público mais qualificado e apreciadores da literatura para aproveitarem mais a unidade mantida pela fundação Astrojildo Pereira.

Com transmissão ao vivo pela página da fundação no Facebook, o evento de lançamento também pretende promover trabalhos de autores e valorizar e tornar ainda mais conhecido o acervo da biblioteca, que conta com 6,5 mil livros para empréstimo ao público em geral. Segundo a coordenadora da biblioteca, Thalyta Jubé, Brasília tem sido palco e um movimento muito grande de clubes de leitura.

“A ideia do clube de leitura é fazer um momento em que as pessoas possam discutir os livros. No fundo, quem lê quer compartilhar a leitura com outra pessoa que tenha o mesmo hábito e seja leitor do mesmo autor. Com o encontro mensal, também podemos motivar o pessoal a ir mais a biblioteca”, diz Thalyta.

A roda de conversa, segundo a proposta da biblioteca pública, é uma metodologia que reproduz um ambiente mais informal, estimulando o diálogo entre os participantes. Ela tem como objetivo promover a discussão sobre as diferentes formas que a literatura pode se apresentar. Para demonstrar isso, os autores convidados para o lançamento irão compartilhar as suas diferentes abordagens ao escreverem literatura.

Entre eles está a escritora de romances históricos Eneida Queiroz, autora cujo nome batiza o clube de leitura. Ela escreveu, por exemplo, dos livros Úmida Trama e A Mulher e a Casa. Também estão nesse time os autores Rubens Valente, que escreveu o livro-reportagem Os Fuzis e as Flechas, e Daniel Barros, referência em romance policial e escritor dos livros Canto Escuro, Enterro sem Defunto e Enquanto a Noite Durar, entre outros. Também está confirmada a presença da libanesa Dad Squarasi, colunista do Correio Braziliense e autora de livros, como Dicas da Dad e a Arte de Escrever Bem.

“As pessoas de sorte vivem com o dinheiro contado, mas a maioria vive devendo. Como fazê-las comprar livros e arranjar um tempo livre não apenas para ler, mas também para se encontrar com um outro grupo de pessoas que queiram debater esse livro? A ideia de um clube de leitura numa biblioteca pública, em área central de Brasília, facilitará esse processo”, afirma Eneida.

Segundo a autora, os interessados não precisarão comprar os livros, como fazem os demais frequentadores de outros clubes de leitura, já que, conforme acrescenta, a biblioteca da FAP providenciará o maior número possível de exemplares a serem emprestados. “Os encontros tentarão leves e interessantes, para cativar o público e incutir o gosto pela leitura”, destaca.

O evento será direcionado pelo mediador Paulo Souza, que integrará a mesa ao lado dos autores convidados. Ele é produtor cultural, editor e escritor. Na lista das obras de sua autoria, está o livro Ponto para Ler, mesmo nome de um perfil no Instagram e canal voltados para divulgação da literatura. Seu último trabalho é a novela Clarice, a Última Araújo.

“A abertura de um clube de leitura bem no coração da capital é, além de uma grande ação, uma enorme conquista, pois ajuda a desenvolver as melhores aptidões que um cidadão pode ter, que são a compreensão, saber escutar, empatia e, principalmente, o exercício do diálogo”, diz Paulo.

A sociedade brasileira, de acordo com o mediador, está caminhando para o amadurecimento e, acrescenta, “dentro desta evolução o papel da biblioteca vem ganhando novas definições”. “A biblioteca pública deixou de ser um espaço averso e de, unicamente, empréstimos de livros. Está começando a ser um ponto de convívio saudável que prega, acima de tudo, a evolução intelectual e interpessoal de seus frequentadores”, assevera o produtor cultural

De acordo com Thalyta, o evento se propõe, ainda, a viabilizar a execução de algumas das missões da biblioteca, como promover o conhecimento sobre a herança cultural, fomentar o diálogo intercultural e a diversidade cultural, além de apoiar a tradição oral.

Fonte: Cleomar Almeida/ Fundação Astrojildo Pereira

ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O PRÊMIO JABUTI 2019

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Até 28 de junho, editores e autores brasileiros poderão inscrever suas obras no mais tradicional e prestigiado prêmio do livro do Brasil, o Prêmio Jabuti.

Realizado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), o Jabuti confere aos vencedores o reconhecimento da comunidade intelectual brasileira, do mercado editorial e, principamente, dos leitores. Serão 19 categorias e um vencedor do Livro do Ano.

“É missão da CBL elevar o livro e a leitura a novos patamares. É com orgulho e satisfação que lançamos a 61ª edição do Prêmio Jabuti, que prestigia os esforços e valoriza autores, editores, escritores, ilustradores, capistas, designers e tradutores nas diferentes categorias da criação e produção editorial do livro”, afirma Vitor Tavares, presidente da CBL.

Nesta edição, os quatro eixos permanecem organizados em: Literatura, Ensaios, Livro e Inovação. Algumas atualizações foram realizadas para que o Prêmio seja cada vez mais abrangente e alinhado ao leitor e ao mercado:

  • As categorias Infantil e Juvenil foram separadas.
  • Livros de documentário e reportagem passam a ser inscritos junto à categoria Biografia, e não mais na de Humanidades.
  • A categoria Tradução, alocada no eixo Literatura em 2018, a partir desta edição passa para o eixo Livro.
  • A categoria que foi lançada como Formação de Novos Leitores ganha novo nome, a partir desta edição, Fomento à Leitura, para abranger projetos que vão além formação, mas para todas as atividades de promoção da Leitura.
  • Coletâneas compostas por textos não inéditos só poderão ser inscritas nas categorias que compõem os eixos Livro – Capa, Ilustração, Impressão, Projeto Gráfico e Tradução – e Inovação – Fomento à Leitura e Livro Brasileiro Publicado no Exterior.
  • Outra novidade é que o Prêmio Jabuti passa a ter duas listas fases de finalistas. Na primeira, serão divulgados pela CBL os dez finalistas para cada uma das 19 categorias. Em um segundo momento, a CBL fará o anúncio dos cinco finalistas.
  • Os primeiros colocados em cada categoria, como ocorre desde o ano passado, serão revelados somente no dia da cerimônia de premiação. Apenas a auditoria Ecovis Pemon terá acesso aos resultados;

 

O vencedor do Livro do Ano do Prêmio Jabuti 2019 será escolhido entre  as obras vencedoras dos eixos Literatura e Ensaios.

O formato de envio para obras concorrentes nas categorias dos eixos Literatura e Ensaios permanece em arquivo PDF. Apenas para o eixo Livro, será necessário o envio de exemplares físicos, conforme instruções descritas no Regulamento.

 

 Confira a estrutura de eixos e suas categorias no Prêmio Jabuti 2019:

  • Eixo Literatura (sete categorias): Conto; Crônica; HQ; Infantil; Juvenil; Poesia e Romance.
  • Eixo Ensaios (cinco categorias): Artes; Biografia, Documentário e Reportagem; Ciências; Economia Criativa e Humanidades;
  • Eixo Livro (cinco categorias): Capa; Ilustração; Impressão; Projeto Gráfico e Tradução;
  • Eixo Inovação (duas categorias): Fomento à Leitura e Livro Brasileiro Publicado no Exterior.

 

Valor das inscrições para obras individuais:

  • R$ 285,00 para associados da CBL;
  • R$ 327,00 para autor independente, ou seja, autor (Pessoa Física) que se autopublica e não está abrigado por nenhum selo de editora ou quaisquer Pessoas Jurídicas;
  • R$ 370,00 para associados de entidades congêneres;
  • R$ 430,00 para não associados.

Valor das inscrições para coleções:

  • R$ 440,00 para associados da CBL;
  • R$ 457,00 para autor independente;
  • R$ 475,00 para associados de entidades congêneres;
  • R$ 515,00 para não associados.

Premiações:

Cada um dos autores e editoras vencedoras recebem a estatueta do Prêmio Jabuti.

Ao autor, caberá também uma premiação em dinheiro:

Vencedor de cada uma das 19 categorias: R$ 5.000 (Cinco Mil Reais)

Vencedor do Livro do Ano: R$ 100.000,00 (Cem Mil Reais).

Entendemos que o prêmio pode ampliar o seu alcance sempre, como um farol sobre a melhor literatura produzida no país e ter reforçado seu caráter de mediador, de fomentador da leitura, nos mais diversos aspectos, gêneros e gostos. Quis formar um conselho de editores que se complementam nas múltiplas experiências: acadêmica, literária, infantil, juvenil, em tradução e edição dos gêneros que compõem o escopo editorial do Prêmio”, comenta Pedro Almeida, Curador do Prêmio Jabuti.

 

Ao lado de Almeida, fazem parte do Conselho Curador do Jabuti 2019:

Camile Mendrot (AB Aeterno Produção Editorial)

Mariana Mendes (Canal Bondelê)

Cassius Medauar (Editor -Editora JBC)

Marcos Marcionilo (Sócio e Publisher da Parábola Editorial)

 

Indicação de Jurados 

 

O mercado editorial e os leitores podem fazer indicações ou se candidatar para integrar o júri de cada categoria da premiação. O Conselho Curador será responsável pela verificação, seleção e complementação do corpo de jurados. O corpo de jurados terá 57 integrantes, sendo três para cada categoria. Cada jurado deverá escolher 13 obras e terá dois meses para análise e atribuição das notas. O período de Consulta Pública para indicação de jurados é de 16 de maio a 16 de junho.

 

Como concorrer?

 

Poderão concorrer ao Prêmio Jabuti obras inéditas com ISBN e Ficha Catalográfica, impressas ou digitais, publicadas em língua portuguesa no Brasil, em primeira edição, entre 1o de janeiro e 31 de dezembro de 2018.

 

Na categoria Fomento à Leitura, podem ser inscritas iniciativas realizadas por pessoa física ou jurídica. O período da ação a ser analisado pelos jurados será de 1o de janeiro e 31 de dezembro de 2018.

 

A autoria da obra deverá ser de autor(es) brasileiro(s) nato(s), naturalizado(s), ou estrangeiro(s) com residência permanente no País.

Coletâneas compostas por textos não inéditos só poderão ser inscritas nas categorias que compõem os eixos Livro e Inovação.

As inscrições vão de 16 de maio a 28 de junho de 2019 e podem ser feitas por meio do site www.premiojabuti.org.br ou http://www.premiojabuti.com.br , onde está disposto o regulamento completo da premiação.

Fonte: CBL