Comunicado Geral 56/ 2016 –Lançamento livro “O nome do presidente é Dom Pedro -29/11 – Carpe Diem – a partir das 19h

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Brasília,  29 de novembro  de 2016

Assunto:  Comunicado Geral 56/ 2016 –Hoje, terça (29/11) – Lançamento livro “O nome do presidente é Dom Pedro”- Carpe Diem (104 Sul)- a partir das 19h

 

Estão todos convidados para hoje, terça (29/11), no Carpe Diem Restaurante (104 Sul)- a partir das 19h, para o lançamento do mais novo livro, de um de nossos ilustres sindicalizados, Vitor Gomes Pinto (matrícula 163).  Ele autografará  “O nome do presidente é dom Pedro“(Chiado editora). Desta vez, Vitor Gomes Pinto brinda-nos com um romance histórico em dois volumes, o 1º com 440p.  tem o subtítulo “1840 a 1929: do Império às Repúblicas do Brasil” e o 2º: com 401p. – “1930 a 2015: das Ditaduras ao Século XXI”.

Estão todos convidados a prestigiar o colega que é Doutor em Saúde Pública e autor de obras de ficção e contos.

O NOME DO PRESIDENTE É DOM PEDRO

Um visconde do Império e acrescenta os cafezais aos negócios da usina de açúcar, mudando-se do interior de Pernambuco para a Corte no Rio de Janeiro, onde tudo acontece.

A família com seus costumes e o Brasil com sua economia e seus políticos vão se transformando, numa trajetória que, iniciada em 1840, estende-se até 2012. Às disputas entre liberais e conservadores sob a batuta do poder moderador exercido por dom Pedro II, sucedem-se as Repúblicas velha e nova, as ditaduras, um impeachment, por fim os planos econômicos e, com o país tornando-se cada vez mais rico, generaliza-se a ambição e a prática da corrupção.

Quem, de fato, manda no Brasil? Os aristocratas do campo cederam, aos poucos, o mando para as elites urbanas, num movimento de longo prazo no qual foram seguidos pelos camponeses que terminaram por abandonar a lida com a terra para se amontoarem nas cidades, de preferência nas grandes. Outros grupos lutaram pelo poder e conseguiram ter algum sucesso, cada qual a seu tempo: militares, burocratas, representantes dos trabalhadores, intelectuais. Mas a estrutura de acesso e divisão do poder permaneceu e as desigualdades não foram de fato afetadas, mesmo que na última década ─ mais lentamente do que em outros países similares, é verdade ─ a pobreza começasse a ceder, aumentando os consumidores.

Acompanhar a saga da família do visconde de Serramby significa participar da história brasileira, vendo desfilar diante de seus olhos o Imperador e cada um dos trinta e cinco presidentes que, com suas virtudes e defeitos, o sucederam desde 1889. Como pano de fundo, os grandes acontecimentos da história brasileira: a Praieira, a guerra do Paraguai, o encilhamento, os assassinatos de Pinheiro Machado e de João Pessoa, o suicídio de Getúlio, as lutas da saúde pública contra as epidemias e depois as endemias, os golpes e as ditaduras, os assaltos sistemáticos ao erário público, os impostos cada vez mais altos. Ao mesmo tempo, a poesia de Castro Alves, a ópera de Carlos Gomes, a Semana da Arte Moderna, a música, a arte, a literatura, a evolução da moda, as modernidades, a alegria e a esperança sem fim do povo brasileiro.

Então você poderá concluir se o presidente sempre foi e continua sendo, no fundo, o mesmo, uma reprodução de alguma maneira fiel de seus predecessores e um modelo para os que o sucederão. Ou se algum deles de fato sacudiu este país, saiu da superfície e entrou em sua pele, encontrando-lhe novos e revolucionários caminhos.

O nome do presidente é dom Pedro é um desafio surpreendente até mesmo para quem acha que tudo sabe sobre a história brasileira, por ser escrito do ponto de vista de quem dela participou e a vivenciou em seu dia a dia, desde as senzalas do século XIX até as favelas de hoje, desde as mansões do café do Vale do Paraíba até as que enfeitam o lago Paranoá neste início de século XXI.

Obra em dois volumes. O 1º cobre o período 1840 a 1929 (Do Império às Repúblicas do Brasil), e o 2º se dedica aos anos de 1930 a 2015 (Das Ditaduras ao Século XXI)

O Autor

Vitor Gomes Pinto reside em Brasília. Escritor e analista internacional escreve semanalmente para jornais brasileiros, sendo responsável pela coluna “Mundo” do Jornal do Estado de Curitiba/Paraná. Também é publicado pelo O Popular de Goiânia, Estado de Minas de Belo Horizonte, O Globo Online.

Além de vários livros técnicos (é doutor em saúde pública) e contos, publicou:

– O Caldeirão de Santelmo (Brasília, GH, 1999. 185p.);

– Guerra en los Andes (Quito, Equador. AbyaYala, 2ª. edición 2008; 426p.);

– ZIM: uma aventura no sul da África (São Paulo. Conex, 2006. 365p.).

É membro da Academia de Letras do Brasil/DF e do Sindescritores – Sindicato dos Escritores do Distrito Federal.

Estamos a trabalhar.

MARCOS LINHARES

PRESIDENTE
Sindicato dos Escritores do Distrito Federal
Tels.:  55 (61) 3031-6524 | 8405-8290
sindicatoescritoresdf@gmail.com
SCN Quadra 02 Bloco D Loja 310
1º Pavimento Shopping Liberty Mall – Asa Norte
CEP: 70712-904 – Brasília – DF

 

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Lançamento do livro Os Diamantes Azuis – Luzes e Bolhas, de Juvenil Tomás

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O escritor, poeta sindicalizado (matrícula 120) e diretor de Projetos e Captação de nossa entidade, Juvenil Tomás, lançará no sábado (28/11), às 19h, no Carpe Diem Restaurante (SCLS 104), o livro Os Diamantes Azuis – Luzes e Bolhas (Chiado Editora).
A nova Saga do Diamantes Azuis 
A ficção do escritor brasiliense, Juvenil Tomás, é tão rica que classificá-la em apenas um gênero literário seria um despropósito. Imagine, em uma única obra experimentar o sabor de fantasia, história, ciência, espiritualidade, política, psicologia e aventura, conseguiu? Tudo isso, em uma narrativa bem construída e delineada. O que não faltam são motivos para ler o novo título série ¨Os Diamantes Azuis – Luzes e Bolhas¨.
A obra
Os quatro personagens principais (Clotildes, Lau, Isabela e Tobias), que compõem os Diamantes Azuis são almas desencarnadas ou seres de luz, que vivem no Planeta Luz. Nesta edição, dividida em quatro episódios, eles voltam em espírito para solucionar três grandes missões no mundo terreno e uma última, apocalíptica, no mundo espiritual.
O primeiro episódio, intitulado Luzes e Bolhas, se passa no Haiti pós-guerra. Onde a sociedade está presa a uma grande bolha (que foi gerada pela a união de todas as dores humanas, sentimentos individuais e coletivos), a missão dos Diamantes Azuis é libertar a sociedade deste mal.
Em seguida, em Desvios Humanos, eles lutam contra a corrupção política brasileira. Salomão, um personagem humano, que sem saber recebe instruções dos Diamantes Azuis (indicações que para ele parecem apenas intuições, fruto da meditação) é designado a desenvolver um grande plano. Mas a corrupção dos humanos envolvidos no processo atrapalham o projeto de desenvolvimento da agricultura familiar no Nordeste brasileiro, que iria mudar a realidade alimentar e econômica de todo o país.
Mutilado é o terceiro episódio e dessa vez os Diamantes Azuis tem que libertar almas penadas marxistas torturadas, que estão vagando no Centro-Oeste do Brasil, desde a guerrilha do Araguaia (GO). Sem saber que morreram, por não acreditarem que havia vida espiritual após a morte, o estado de sofrimento profundo deles estão afetando energeticamente a região. E por meio de diálogos inusitados, os Diamantes Azuis devem dar à eles consciência da morte e libertá-los.
O último e mais intenso, Teotihuacan, é uma batalha contra uma artimanha do Principe da Caligastia, ou do próprio Diabo para os íntimos, que encontra uma brecha na lei de Jesus Cristo e tenta cooptar as almas da civilização pré-colombiana, que viveram em Teotihuacan, no México. Após a vinda de Cristo ficou acordado que Lúcifer não poderia fazer nenhuma ação direta de doutrinação humana, mas como a civilização de Teotihuancan morreu achando eram deuses, a alma deles não seriam, em tese, de humanos e com esse argumento o líder das forças do malignas tenta cooptar essas para seu lado.
A Saga – Os Diamantes Azuis
Antes de Luzes e Bolhas, outros dois livros iniciaram a saga Os Diamantes Azuis, Planeta Luz foi o primeiro e conta o início da história dos personagens com a chegada deles neste planeta, até se encontrarem e serem proclamados os Diamantes Azuis, já no primeiro livro tiveram pela frente a Missão Gaya.
 
O Resgate, foi o subtítulo do segundo livro que tem como foco o resgate de um planeta habitado por escuridão. Apesar de ser uma sequencia não há necessidade da leitura dos volumes anteriores para viajar na história do novo livro. Para o autor, ¨a saga é mais do que uma obra de ficção, ela trata da realidade e dilemas humanos de forma inusitada. E pode ajudar a responder grandes questões filosóficas e espirituais¨, disse Juvenil Tomás.
O Autor
Com cinco obras publicadas, Juvenil Tomás, ainda quer ir mais longe. ¨Já iniciei a escrever a quarta e a quinta saga dos Diamantes Azuis¨, revela. Nascido em Minas, o escritor veio para Brasília em 1972, ele é funcionário dos Correios, formado em Administração e especializado em Marketing. E encara o lançamento de Luzes e Bolhas como um presente de aniversário dos 60 anos que completa agora em novembro. Sua história com a literatura começa com a morte da mãe em 1995, onde ele pensou que não era justo a vida acabar com a morte física, a ida da sobrinha Isabela anos depois, também inspirou um dos personagens da saga, depois disso, ele começou a escrever até lançar o primeiro livro em 2012.
Serviço
Título: Os Diamantes Azuis – Luzes e Bolhas (Chiado Editora)
Data: sábado, 28/11
Hora: 19h
Local: Carpie Diem (104 Sul)
Para comprar o livro: